21/09/2011

O dilema das filas

31/08/2011

Cacique e a meteorologia

Aproxima-se o inverno. Os notáveis da tribo vão ao cacique se esclarecer:
- Ô Grande Chefe, o inverno este ano será rigoroso ou ameno?

O chefe, nascido e criado em tempos modernos, não aprendera como seus ancestrais os milenares segredos da meteorologia. Entretanto, não podia e nem queria demonstrar insegurança. Olhou para o céu por algum tempo, elevou e estendeu as mãos, sentiu o rumo dos ventos e, em tom sereno, profético e firme anunciou:
- Teremos um inverno muito forte! É bom catar muita lenha!

Semana seguinte, preocupado com o chute, telefonou para o Serviço Nacional de Meteorologia e ouviu a resposta:
- Sim. O inverno deste ano será muito frio!

Sentiu-se, então, mais aliviado e seguro. Novamente aconselhou todo seu povo:
- O melhor que se faz é catar muita lenha... O inverno será rigoroso!

Dois dias depois, ligou novamente para o Serviço Nacional de Meteorologia e não deu outra:
- Sim... As evidências apontam este ano como de inverno muito rigoroso!

Dirigiu-se novamente a seu povo:
- Teremos um inverno muito rigoroso. Catem todo pedaço de lenha que encontrarem, temos que aproveitar até os gravetos.

Semana seguinte, ainda um pouquinho inseguro, ligou para a meteorologia outra vez:
- Vocês tem certeza que teremos um inverno tão rigoroso assim, como estão afirmando há dias?
- Sem a menor dúvida, responde o meteorologista de plantão. Este ano teremos um frio muito, mas muito intenso mesmo, fora das médias tradicionais.
- E o que leva o homem branco a ter tamanha certeza?
- Meu amigo, este ano os índios estão catando lenha pra caraaaaalho!!!

29/08/2011

Divisão de almas

Em uma cidadezinha do interior havia um abacateiro carregado dentro do cemitério. Dois amigos decidiram entrar lá à noite (quando não havia vigilância) e pegar todos os abacates. Eles pularam o muro, subiram a árvore com as sacolas penduradas no ombro e começaram a distribuir o prêmio:
- Um pra mim... Um pra você!
- Um pra mim... Um pra você!
- Pô, você deixou dois caírem do lado de fora do muro!
- Não faz mal, depois que a gente terminar aqui pegamos os outros dois!
- Então tá bom... Mais um pra mim... Um pra você!

Um bêbado, passando do lado de fora do cemitério, escutou esse negócio de "Um pra mim... Um pra você" e saiu correndo em disparada para a delegacia. Chegando lá, virou aflito para o policial:
- Seu guarda, seu guarda vem comigo! Deus e o diabo estão no cemitério dividindo as almas dos mortos!
- Ah, cala a boca bêbado!
- Juro que é verdade! Vem comigo!

Os dois foram até o cemitério, chegaram perto do muro e começaram a escutar:
- Um pra mim... Um pra você!
- Um pra mim... Um pra você!

O guarda assustado:
- É verdade! É o apocalipse!
- Eles estão dividindo as almas dos mortos! O que será que vem depois?

E então:
- Um pra mim.... Um pra você! Pronto! Acabamos aqui. E agora?
- Agora a gente vai lá fora e pega os dois que estão do outro lado do muro!

Reencontro de Idosos

Um grupo de amigos de 40 anos discutiam e discutiam para escolher o restaurante onde iriam encontrar-se para jantar. Finalmente decidiram-se pelo Restaurante O Caipira porque as
empregadas usavam mini-saias e blusas muito decotadas.

Dez anos mais tarde, aos 50 anos, o grupo reuniu-se novamente e mais uma vez discutiram e discutiram para escolher o restaurante. Finalmente decidiram-se pelo Restaurante O Caipira porque a comida era muito boa a havia uma ótima seleção de vinhos.

Dez anos mais tarde, aos 60 anos, o grupo reuniu-se novamente e mais uma vez discutiram e discutiram para escolher o restaurante. Finalmente decidiram-se pelo Restaurante O Caipira porque ali podiam comer em paz e sossego e havia sala de fumantes.

Dez anos mais tarde, aos 70 anos, o grupo reuniu-se novamente e mais uma vez discutiram e discutiram para escolher o restaurante. Finalmente decidiram-se pelo Restaurante O Caipira porque lá havia uma rampa para cadeiras de rodas e até um pequeno elevador.

Dez anos mais tarde, aos 80 anos, o grupo reuniu-se novamente e mais uma vez discutiram e discutiram para escolher o restaurante. Finalmente decidiram-se pelo Restaurante O Caipira.
Todos acharam que era uma grande ideia porque nunca tinham estado lá antes.

Ferrorama

A mãe estava trabalhando na cozinha e escutando o filhinho, de cinco anos, brincar com o seu novo trem elétrico na sala. Ela escuta o trem parar, e seu filho dizer aos bonequinhos:
- Todos os filhos da puta que querem desembarcar saiam desta porra de trem agora, porque essa merda é a última parada! E todos os filhos da puta que estavam voltando e desejam entrar na porra deste trem, coloquem suas bundas no trem agora, porque nós vamos sair com essa merda daqui a pouco!

A mãe foi imediatamente à sala e falou ao filho:
- Nós não usamos esse tipo de linguagem aqui em casa!!! Vá já para seu quarto e fique lá por 3 horas. Quando você voltar, poderá brincar novamente com o seu trenzinho, mas só se usar uma linguagem adequada!

Três horas depois, o garoto sai do quarto e volta à sala de estar, para brincar com seu trem. Logo o trem para e a mãe ouve o garoto dizer aos bonecos:
- Todos os passageiros que estão desembarcando do trem, por favor, lembrem-se de levar seus pertences. Nós agradecemos a todos por viajarem conosco hoje e esperamos que tivessem tido uma ótima viagem!

Ela escutou o pequenino continuar a falando:
- Para aqueles que já estão embarcando, pedimos que acomodassem suas bagagens de mão debaixo dos assentos. Por gentileza, lembre-se que não há área para fumantes neste trem. Esperamos que todos tenham, hoje, uma viagem prazerosa e relaxante.

A mãe estava contentíssima. Seu castigo parecia haver funcionado. Aí, o garoto adicionou:
- E para aqueles que estão putos da vida com o atraso de 3 horas, reclamem com aquela vaca que tá lá na cozinha!

28/08/2011

O Barbeiro

Certo dia um florista foi ao barbeiro para cortar seu cabelo. Após o corte perguntou ao barbeiro o valor do serviço e o barbeiro respondeu:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O florista ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um buquê com uma dúzia de rosas na porta e uma nota de agradecimento do florista.

Mais tarde no mesmo dia veio um padeiro para cortar o cabelo. Após o corte, ao pagar, o barbeiro disse:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O padeiro ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, ao abrir a barbearia, havia um cesto com pães e doces na porta e uma nota de agradecimento do padeiro.

Naquele terceiro dia veio um deputado para um corte de cabelo. Novamente, ao pedir para pagar, o barbeiro disse:
- Não posso aceitar seu dinheiro porque estou prestando serviço comunitário essa semana.
O deputado ficou feliz e foi embora. No dia seguinte, quando o barbeiro veio abrir sua barbearia, havia uma dúzia de deputados fazendo fila para cortar cabelo.
Essa história ilustra bem a grande diferença entre os cidadãos do nosso país e os políticos que o administram.

21/08/2011

Ao Caro Dr. Antônio Rodrigues (Psicólogo e Psicoterapeuta),
Espero que possa me ajudar.
Peguei meu carro e saí pra trabalhar, deixando meu marido em casa vendo televisão, como sempre. Rodei pouco mais de 1 km quando o motor morreu e o carro parou. Voltei pra casa, para pedir ajuda ao meu marido. Quando cheguei, nem pude acreditar, ele estava no quarto, com a
filha da vizinha!
Eu tenho 32 anos, meu marido 34, e a garota 22. Estamos casados há 10 anos, ele confessou que estavam tendo um caso há 6 meses. Eu o amo muito e estou desesperada. Você pode me ajudar?

Antecipadamente grata.
Patrícia


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Cara Patrícia,

Quando um carro pára depois de haver percorrido uma pequena distância
, isso pode ocorrer devido a uma série de fatores. Comece por verificar se tem gasolina no tanque. D
epois veja se o filtro de gasolinanão está entupido.

Verifique também se tem algum problema com a injeção eletrônica. Se nada
disso resolver o problema, pode ser que a própria bomba de gasolina esteja com defeito, não proporcionando quantidade ou pressão suficiente nos injetores. A pessoa ideal para ajuda-lá seri
a um mecânico.
Você jamais deveria voltar em casa para chamar seu marido. Ele não é mecânico.
Assuma seu erro! Não repita mais isso!!!

Espero ter ajudado.
Dr. Antônio Rodrigues.